O eclipse total de 12 de agosto não alcança o Brasil, e a totalidade dura 2 min 18 s
Nem a fase parcial do eclipse desta quarta chega ao Brasil: a sombra fica no hemisfério norte. O máximo, no Atlântico, dura 2 min 18,2 s.
Ilustração de IA Neste texto — 6 seções, 16 min
- O que vai acontecer, e a que horas2 min
- Por que a sombra não desce até aqui2 min
- Na Espanha, a totalidade acontece quase no horizonte2 min
- Dois minutos que um coronógrafo ainda não substitui4 min
- As Perseidas não são o consolo brasileiro2 min
- O que este eclipse não vai resolver2 min
- Fontes e leituras complementares17
O eclipse solar total desta quarta-feira, 12 de agosto, é o primeiro em mais de um século a atravessar a Península Ibérica. A sombra da Lua vai correr do Ártico siberiano à Groenlândia, à Islândia, ao Atlântico Norte e ao norte da Espanha antes de sair pelo canto nordeste de Portugal, e no melhor ponto da faixa a totalidade vai durar 2 minutos e 18,2 segundos. Nada disso será visível do Brasil — nem uma mordida parcial no disco solar. Vale saber por quê, e para que servem esses dois minutos: eles ainda são uma das poucas janelas em que a coroa solar interna aparece inteira, e há um avião de pesquisa, dezenas de balões e uma campanha de observação solar no espaço preparados para aproveitá-los.
O que vai acontecer, e a que horas
Um eclipse solar é a coisa mais previsível que a astronomia tem a oferecer. As efemérides do eclipse de hoje foram calculadas com as teorias solar e lunar VSOP87 e ELP2000-85 e um ΔT de 71,4 segundos, e estão publicadas há anos no catálogo de eclipses do Goddard Space Flight Center da NASA. Não há suspense sobre onde a sombra vai cair — só sobre as nuvens.
A penumbra toca a Terra pela primeira vez às 15h34 (UTC), sobre o mar de Bering, e deixa o planeta às 19h58, no Atlântico: 264 minutos ao todo, segundo o Instituto Geográfico Nacional da Espanha (IGN). O instante de maior eclipse é 17h45min53,8s (UTC), num ponto do oceano a 65°13,5' de latitude norte e 25°13,7' de longitude oeste, entre a Groenlândia e a Islândia. Ali a faixa de totalidade terá 294,0 quilômetros de largura, o Sol estará a 25,8 graus de altura e a fase total vai durar 2 min 18,2 s — o máximo do eclipse inteiro. É o número por trás da ressalva da NASA de que, em quase toda a faixa, a totalidade ficará abaixo de dois minutos.
| Momento | UTC | Horário de Brasília |
|---|---|---|
| Primeiro contato da penumbra com a Terra, no mar de Bering | 15h34 | 12h34 |
| Máximo do eclipse, a 65°13,5' N e 25°13,7' O | 17h45min54s | 14h45min54s |
| Totalidade em A Coruña, na Galiza | 18h28 | 15h28 |
| Máximo em Palma de Mallorca | 18h32 | 15h32 |
| Último contato da penumbra, no Atlântico | 19h58 | 16h58 |
A faixa começa no Ártico siberiano, sobre a península de Taimir, cruza o nordeste da Groenlândia e o oeste da Islândia, atravessa o Atlântico e entra pela costa noroeste da Espanha, saindo pelo canto nordeste de Portugal. Fora dela, a NASA registra eclipse parcial no norte dos Estados Unidos — do Alasca à Carolina do Norte —, na maior parte do Canadá, em boa parte da Europa e no noroeste da África. A ESA delimita a mesma área com outras palavras: o resto da Europa, o norte da América do Norte e o oeste da África.
Dois números descrevem a geometria do evento. A magnitude é 1,0386: o disco lunar cobre o solar com pouca folga, e por isso a fase total é tão curta. E o gama, que mede a distância mínima entre o eixo da sombra e o centro da Terra em raios terrestres, é 0,8978. É esse segundo número que interessa a quem lê daqui.
Por que a sombra não desce até aqui
Gama 0,8978 significa que o eixo do cone de sombra passa a quase nove décimos de raio terrestre ao norte do centro do planeta, ou seja, raspando o limbo norte. Quando um eclipse tem essa geometria, a mancha de penumbra — a região em que o Sol aparece parcialmente mordido — se acomoda quase inteira no hemisfério norte, e simplesmente não tem alcance para descer até as latitudes brasileiras. O eclipse pertence à série Saros 126, da qual é o 48º de 72 membros.
O Observatório Nacional (ON/MCTI) foi a público em 10 de agosto dizer exatamente isso: o eclipse não será visível do Brasil, nem de forma parcial, porque a sombra da Lua estará voltada para o hemisfério norte. Não é questão de horário, de latitude marginal ou de céu limpo — não há fase alguma para ver daqui. O instituto aproveitou para tratar de outra coisa, a observação segura do Sol em qualquer data.
A observação de eclipses solares nunca deve ser feita a olho nu, nem com óculos escuros, chapas de raio X ou filmes fotográficos.
O recurso recomendado pelo ON é o vidro de soldador número 14, em sessões de no máximo trinta segundos com três minutos de pausa. A ESA repete a regra do outro lado do Atlântico: óculos de sol comuns não servem, e o único instante seguro para olhar sem filtro é a totalidade — que, no Brasil, hoje não existe. Resta acompanhar de fora.
Na Espanha, a totalidade acontece quase no horizonte
O eclipse chega à Península Ibérica no fim da tarde, e é essa a característica que mais o distingue. O Sol estará baixo — em alguns pontos, muito baixo. É a diferença entre um eclipse no alto do céu e um eclipse por cima dos telhados, das árvores e das montanhas.
| Local | Duração da totalidade | Altura do Sol |
|---|---|---|
| Máximo do eclipse, no Atlântico Norte | 2 min 18,2 s | 25,8° |
| A Coruña, na Galiza | 76 segundos | 12° |
| Burgos, em Castela e Leão | 104 segundos | 8° |
A linha de centralidade passa perto de Avilés, Oviedo, Aranda de Duero, Soria, Peñíscola e Palma de Mallorca. Em A Coruña o eclipse começa às 19h31 na hora oficial espanhola, chega ao máximo às 20h28 e termina às 21h22, poucos minutos antes do pôr do sol. Para muitos observadores da Europa continental e da África, segundo a NASA, o Sol vai se pôr ainda parcialmente eclipsado. É um eclipse de fim de dia: exige horizonte desimpedido e nenhuma nuvem baixa.
Onde as nuvens são o problema
A climatologia da faixa, compilada por Jay Anderson no Eclipsophile, distribui a sorte de forma desigual. No trecho russo, sobre Taimir, a média de sol em agosto é de apenas 21% das horas de luz, e o acesso de estrangeiros está restrito. Na Islândia as nuvens cobrem de 70% a 80% do céu. A Espanha é a melhor aposta, com insolação na casa dos 70% ao longo de boa parte do traçado: o melhor trecho é o de Zaragoza e Huesca, com nebulosidade abaixo de 30% e 18 anos de céu utilizável em 21 analisados; o pior é a costa norte, pelo estrato persistente.
Nada disso é novidade para a Espanha. Em 30 de agosto de 1905, um eclipse total de quase quatro minutos passou pelo país e ficou conhecido como o eclipse espanhol: mais de vinte equipes internacionais levaram câmeras, espectrógrafos e polarímetros para estudar a coroa, e houve até uma tentativa pioneira de observação a partir de balões. O eclipse seguinte visível da península, o de 17 de abril de 1912, foi híbrido e durou pouquíssimo numa faixa estreita do noroeste. Desde então, nada.
Dois minutos que um coronógrafo ainda não substitui
A pergunta razoável é por que ainda vale montar uma expedição para dois minutos, num século em que há instrumentos em órbita olhando para o Sol o tempo todo. A resposta está na parte da coroa que esses instrumentos não conseguem enxergar.
A coroa é a atmosfera externa do Sol e é lá que nasce o clima espacial: onde o vento solar ganha velocidade e onde surgem as ejeções de massa coronal, capazes de perturbar satélites, comunicações e redes elétricas. Para vê-la da Terra fora de um eclipse é preciso um coronógrafo, telescópio com um disco que oculta o Sol. O problema, diz a própria ESA, é que a maioria dos coronógrafos registra bem a coroa externa, mas não a região entre ela e a superfície solar — justamente onde está a física interessante.
Foi para preencher essa lacuna que a ESA construiu o Proba-3, lançado em 5 de dezembro de 2024: dois satélites em voo em formação, um com o disco ocultador, outro com o telescópio ASPIICS. Segundo o artigo de instrumento assinado por A. N. Zhukov e colaboradores, a formação se mantém durante 6 horas de cada órbita de 19,63 horas, com cerca de 144 metros entre ocultador e telescópio — duas ordens de grandeza a mais do que nos coronógrafos de ocultação externa clássicos. É essa distância que derruba a luz difratada e permite observar até 1,099 raio solar.
E aqui vem a ironia da agenda. A página do Proba-3 dedicada ao eclipse lista as janelas de coronografia do ASPIICS para hoje: das 03h38min55s às 09h23min55s (UTC), e depois das 23h18min36s até as 05h03min36s de amanhã. A totalidade natural, às 17h45, cai no intervalo entre as duas. O satélite que fabrica eclipses artificiais não estará olhando no minuto em que a Lua fizer o serviço de graça, porque a formação só se mantém perto do apogeu. A saída da equipe é elegante.
Se espelharmos a imagem horizontalmente, obtemos uma previsão de como a coroa vai parecer durante o eclipse natural.
O Sol leva cerca de duas semanas para girar meia volta em torno do próprio eixo, e a estrutura de grande escala da coroa costuma mudar pouco nesse intervalo. A imagem que Zhukov comenta vem do 62º eclipse artificial da fase de operações nominais da missão, registrado cerca de duas semanas antes do natural — o que a converte, espelhada, numa previsão.
Não é a única previsão em jogo. A Solar Orbiter, liderada pela ESA, vem rodando desde os dias anteriores uma campanha especial: a sonda ocupa hoje uma posição que enxerga o lado do Sol que ainda vai girar para a vista da Terra, e os magnetogramas do instrumento PHI já flagraram uma região ativa emergindo, que deve afetar o desenho da coroa e não seria vista de outro ponto. Esses dados alimentam as previsões da Predictive Science e da KU Leuven. Para Jorge Amaya, coordenador de modelagem de clima espacial da ESA, é essa comparação entre previsão e observação que um eclipse total permite fazer.
O que sobe no dia
- Um WB-57 da NASA, avião de pesquisa voando a cerca de 15 mil metros com um conjunto de quatro câmeras chamado SAMI, capaz de registrar ao menos 20 imagens por segundo da coroa, das proeminências e de faixas do infravermelho raramente observadas. Investigador principal: Amir Caspi, do Southwest Research Institute, com a equipe SCIFLI do Centro de Pesquisas Langley.
- Cerca de 80 balões na Islândia, medindo o colapso da camada limite atmosférica durante a totalidade. A equipe islandesa é liderada por Matthew Bernards, da Universidade de Idaho.
- Seis balões na Espanha, com câmeras de 360 graus e instrumentos para medir a variação de ozônio sob a sombra. O projeto de balões é conduzido por Angela Des Jardins, da Universidade Estadual de Montana.
Vale reparar no que a lista mostra: metade da ciência do eclipse é sobre o Sol, e a outra metade é sobre a Terra — sobre o que acontece com a atmosfera quando a luz some no meio da tarde. Essa segunda metade não tem substituto orbital.

As Perseidas não são o consolo brasileiro
A coincidência de calendário é real e vai aparecer em muita manchete. Um eclipse solar exige Lua nova, e a Lua nova de hoje cai praticamente em cima do pico das Perseidas. O Calendário de Chuvas de Meteoros de 2026 da International Meteor Organization (IMO) registra o máximo para 13 de agosto, entre 2h e 4h (UTC) — das 23h de hoje à 1h de amanhã em Brasília — e nota que a Lua nova oferece condições excelentes para observação óptica.
Excelentes para quem, é a pergunta. O radiante das Perseidas fica em ascensão reta de 48 graus e declinação de +58 graus, bem ao norte da esfera celeste, e o mesmo documento é explícito sobre a consequência.
Lamentavelmente, a chuva não pode ser observada adequadamente da maior parte do hemisfério sul, nem de latitudes ao norte de cerca de 60°N.
A aritmética explica o veredito. A altura máxima de um radiante na passagem meridiana é 90 graus menos a diferença entre a latitude do observador e a declinação do radiante. Com declinação +58, isso dá 32 graus sobre o equador, 12 graus a 20 graus de latitude sul e exatamente zero a 32 graus sul: no extremo sul do Brasil o radiante nem chega a nascer, e no resto do país passa raspando o horizonte norte. Já tratamos aqui de por que o radiante decide quem enxerga uma chuva de meteoros, e as Eta Aquáridas de maio são o caso simétrico: aquelas, sim, favorecem o observador brasileiro.
Há ainda um detalhe que a manchete costuma engolir. A taxa horária zenital atribuída às Perseidas — ZHR de 100 — é, por definição da própria IMO, o que um observador ideal veria sob céu perfeitamente limpo, com magnitude limite de referência +6,5 e com o radiante a pino. Nenhuma dessas condições se aproxima do que existe no Brasil para esta chuva.
E mesmo no hemisfério norte 2026 não promete um ano excepcional. A modelagem de Mikhail Maslov indica atividade de fundo sensivelmente abaixo do ZHR de 100 habitualmente citado, e só em 2027 a Terra volta a cruzar trechos da corrente remexidos por Júpiter. Jérémie Vaubaillon aponta para hoje, às 16h53 (UTC), um encontro com um ramo da trilha de poeira de 1079, sem estimativa de atividade por ser trilha antiga demais; e um filamento listado por Peter Jenniskens é esperado para 13 de agosto por volta de 1h (UTC), com ZHR de no máximo 43.
O que este eclipse não vai resolver
Se o céu colaborar na Espanha e na Islândia, o que sai daqui a algumas horas é um conjunto de imagens da coroa interna, medições da camada limite atmosférica sob a sombra e uma comparação direta entre o que os modelos previram e o que a Lua deixar aparecer. É bastante. Mas é uma verificação única, num instante único, sobre um hemisfério solar único.
Os problemas que motivam o esforço continuam abertos com ou sem hoje. O artigo de instrumento do ASPIICS enumera dois: a origem do vento solar lento e o mecanismo físico das ejeções de massa coronal. Nenhum é o tipo de pergunta que um eclipse responde; são o tipo que um eclipse restringe. E, para a coroa interna vista da Terra, é o único jeito de restringir, porque a Lua é o único ocultador que a natureza oferece de graça e longe o bastante para não difratar luz por cima do que se quer medir.
Para o leitor brasileiro, a resposta de calendário é longa. A tabela de trajetória do eclipse total de 12 de agosto de 2045, no mesmo catálogo da NASA, coloca a linha central sobre 0°26,3' sul e 48°05,3' oeste às 19h06 (UTC), com 4 min 17,9 s de totalidade e o Sol a 31 graus; doze minutos depois ela está em 6°59,6' sul e 35°43,0' oeste, ainda com 3 min 35,3 s e o Sol a 15 graus. É o Norte e o Nordeste do país, no mesmo dia do calendário, dezenove anos adiante — coincidência de data, não repetição de ciclo.
Até lá resta o que sempre restou: assistir de longe e acumular dois minutos por vez. A pergunta que fica não é sobre hoje, e sim sobre a próxima década. Se a coroa que a Predictive Science e a KU Leuven desenharam antecipadamente aparecer parecida com a que as câmeras vão registrar sobre Burgos e sobre a Islândia, isso valida um modelo; se aparecer diferente, não se saberá de imediato se a culpa é do modelo, dos magnetogramas que o alimentaram ou da região ativa que acaba de emergir. Descobrir qual das três é o trabalho que começa depois que a sombra passar.
Como apuramos: Esta reportagem se apoia nas efemérides do catálogo de eclipses do Goddard Space Flight Center da NASA, nas circunstâncias locais publicadas pelo Instituto Geográfico Nacional da Espanha e em comunicados da ESA, da NASA e do Observatório Nacional; ela descreve previsões calculadas e campanhas anunciadas, e não relata nenhuma observação do eclipse, que ainda não havia ocorrido quando este texto foi publicado.
Fontes e leituras complementares
- Total Solar Eclipse on August 12, 2026. NASA Science — Heliophysics, acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- Path of the Total Solar Eclipse of 2026 Aug 12 — tabela de trajetória. NASA Goddard Space Flight Center, catálogo de eclipses de Fred Espenak, acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- Besselian Elements for the Total Solar Eclipse of 2026 Aug 12 — gama, magnitude e série Saros. NASA Goddard Space Flight Center, catálogo de eclipses de Fred Espenak, acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- Google Map do eclipse total de 2026 Aug 12 — duração máxima e efemérides usadas. NASA Goddard Space Flight Center, acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- El eclipse total del 12 de agosto de 2026. Instituto Geográfico Nacional / Observatorio Astronómico Nacional, Espanha, acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- Los eclipses en la historia. Instituto Geográfico Nacional, Espanha, acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- How ESA mimics and models the 2026 total solar eclipse. Agência Espacial Europeia (ESA), 10 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- Total solar eclipse 12 August 2026 — Global map. Agência Espacial Europeia (ESA), a partir de mapas do Instituto Geográfico Nacional da Espanha, maio 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- Total Solar Eclipse 2026 — janelas de coronografia do ASPIICS. ESA Cosmos, portal científico da missão Proba-3, acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- The ASPIICS solar coronagraph aboard the Proba-3 formation flying mission: scientific objectives and instrument design. A. N. Zhukov e colaboradores, arXiv:2509.00253, ago. 2025, revisto em jul. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- NASA Science Soars During August Total Solar Eclipse. NASA Science — Heliophysics, 27 jul. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- 2026 Total Solar Eclipse — programação da transmissão ao vivo. NASA+, acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- Eclipse solar de 12 de agosto não será visível no Brasil: Observatório Nacional fará retransmissão ao vivo. Observatório Nacional (ON/MCTI), 10 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- 2026 Meteor Shower Calendar — IMO INFO(3-25). International Meteor Organization, edição de Jürgen Rendtel, acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- Total Solar Eclipse 2026 August 12 — climatologia da faixa. Eclipsophile, por Jay Anderson, acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- August 12, 2026 Solar Eclipse Map. National Solar Observatory (NSO), acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.
- Path of the Total Solar Eclipse of 2045 Aug 12 — tabela de trajetória. NASA Goddard Space Flight Center, catálogo de eclipses de Fred Espenak, acesso em 11 ago. 2026. Acesso em 11 ago. 2026.